A Voz da Experiência- 07

Mais uma jornada se inicia, 2007, e o ano que passou já está na memória de todos. Obtivemos grandes resultados em todas as categorias.
Vamos aos projetos para este ano; começamos os treinamentos em 15 de janeiro, trabalhando em quadra e na academia do clube. Estamos muito confiantes em nossas equipes para este próximo campeonato. Vejam como é interessante a passagem a seguir e o quanto se encaixa em nossa filosofia de trabalho:
“Conta uma história que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno. Foram primeiro ao inferno e ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro estava um caldeirão de substanciosa sopa e a sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas. Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca. O sofrimento era grande.
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu. Entraram numa sala idêntica à primeira, havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido. A diferença é que todas estavam saciadas. Não havia fome nem sofrimento…- Eu não compreendo, disse o homem a Deus, como por aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual? Deus sorriu e respondeu: – Você não percebeu? É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros.
Moral da História:
Temos três situações que merecem profunda REFLEXÃO:
EGOÍSMO
As pessoas no “inferno” estavam altamente preocupados com a sua própria fome, impedindo que se pensasse em alternativas para equacionar a situação;
CRIATIVIDADE
Como todas estavam querendo se safar da situação caótica que se encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;
EQUIPE
Se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação terua sido rapidamente resolvida.
CONCLUSÃO:
Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras. O espírito de Equipe é essencial para o alcance do sucesso. Uma equipe participativa, homogênica, coesa, vale mais que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados. Isso vale para qualquer área da sua vida, especialmente a esportiva “BASQUETEBOL”.
“VAMOS PARTICIPAR: UM POR TODOS E TODOS POR UM!!!”
A Voz da Experiência- 06

“COMPROMISSO”. Quando formamos uma equipe de basquetebol, procuramos (de Juvenil em diante) seguir como orientação à “espinha dorsal”, sendo: Um excelente pivô para garantir os rebotes, um lateral exímio “matador” de bolas de longa distância e um excelente armador, e o restante da equipe completamos com bons jogadores. Não podemos deixar de observar, em primeiro lugar, o CARÁTER desses atletas, pois “uma laranja podre pode estragar todas as outras“.
Nesses anos todos militando na modalidade, tivemos algumas decepções. É com o compromisso, tema desta crônica.
Ao iniciarmos um trabalho visando uma competição, estamos contando com o grupo que formamos, e todos os atletas contam com o compromisso de seus companheiros. Uma equipe, depois de formada, tem que estar imbuída dos mesmos interesses esportivos até o fim da temporada, participar efetiva e ativamente aos treinamentos, conhecer todo o programa de treinamento, participar à comissão técnica todos os seus problemas e, principalmente, estar FELIZ com sua atividade.
O fracasso de uma equipe se dá com a falta de interesse, o COMPROMISSO, os interesses outros, o COMPROMISSO, pensar em si mesmo e não no grupo, o COMPROMISSO. A omissão, o abandono, não honrar os seus COMPROMISSOS com o grupo, deixar os compromissados na mão. Quando vemos uma equipe começar bem uma temporada e no meio desta, começar a cair, pode ter certeza que a falta de COMPROMISSO de alguns atletas proporcionaram essa queda. Em alguns clubes vimos isso acontecer, “jogadores” que somem sem dar a mínima satisfação durante o campeonato, “não tem o COMPROMISSO“, não sao companheiros, não são ATLETAS.
Para terminar, gostaria de dizer que uma EXCELENTE EQUIPE SE FAZ COM GRANDES ATLETAS, TODOS COM COMPROMISSO.
Mensagem aos atletas: “Tenham sempre COMPROMISSO com tudo que se proponha a fazer, não só no esporte, mas em tudo na VIDA”.
A Voz da Experiência- 05

“Consciência”, esta palavra é muito importante em uma equipe de basquetebol. Podemos definir consciência como: “Atributo pelo qual o homem pode conhecer e julgar sua própria realidade; Cuidado com que de executa um trabalho; Conhecimento, noção”. Os técnicos de basquetebol costumam falar com seus atletas da importância do cuidado de se estar sempre atento com todos os detalhes de um jogo. A preparação começa nos treinamentos, neles, tudo deverá ser passado para os atletas como fundamentos, defesas, ataques e principalmente o trabalho em equipe.
O atleta que não se sentir preparado para exercer a sua parte, tem a obrigação de se manifestar, comunicando ao técnico do seu impedimento para aquela partida, independente das observações do técnico, isto também é ter consciência.
Nas categorias iniciais, Mirim e Infantil, cabe ao técnico municiar seus atletas de todos os conhecimentos que eles necessitarão, sempre através dos treinamentos (prático ou invisível). Nas categorias intermediárias, Infanto-Juvenil e Juvenil, atletas mal orientados (desde cedo) terão grandes dificuldades nos jogos.
Tento passar para os meus atletas nos treinamentos, e cobro muito as atitudes conscientes nas partidas. A falta desta consciência leva todo um trabalho de equipe por água a baixo. Todos, sem exceção, terão a obrigação de estarem preparados em todos os momentos. Colocar em prática todas as técnicas do jogo com eficiência, tomar atitudes inteligentes, esforçar-se intensamente, ajudar os companheiros, colaborar com o desenvolvimento do jogo e principalmente ESTAR CONSCIENTE DE TUDO QUE SE ESTÁ REALIZANDO.
Mensagem aos atletas: “Estar preparado, sempre, estar concentrado, sempre, estar se esforçando, sempre, estar feliz com o que faz, sempre. Só assim estarás consciente”.
A Voz da Experiência- 04

COMPETENTE- “QUE TEM COMPETÊNCIA; CAPAZ”.
COMPETÊNCIA- “CAPACIDADE, APTIDÃO”.
Existem muitas pessoas que tentam trabalhar com BASQUETE, mas esquecem que há muita diferença entre Técnico (Professor) e “treineiro“. Graças a Deus que, hoje em dia, muitos desses “treineiros” não estão mais entre nós, mas mesmo assim, ainda encontramos alguns. Esses, que caem de pára-quedas nas equipes de base, fingem que ensinam algo aos atletas, imitam o que vêem e não sabem para que serve, tomam atitudes completamente contrárias as de formação de um atleta. Quando se fala em competência, não adianta ter sido um atleta, ou simplesmente ter aprendido em um banco escolar, tem que ter algo mais, tem que ter sensibilidade, uma visão muito além de um simples “mortal“. A diferença é de postura, atitude, colocação, expressão, apresentação e de conhecimento técnico, tático e bio-psico-social. Um grande técnico, formador de atletas, não se faz em “um dia“, são anos de experiência e convívio diário em uma quadra de basquetebol. Sabemos que existem jovens treinadores, com um futuro brilhante, mas temos que ter paciência.
Temos saudades dos grandes formadores: “Seu Klec“, Olímpio das Neves, Guilherme Franco, “Seu Paulo“, Jorjão, Afro, Epaminondas e alguns poucos mais que a memória não me deixa lembrar. Citei alguns nomes, não só para homenageá-los mas também para mostrar aos novos treinadores e atletas um pouco da história do basquetebol em nosso estado.
Sabemos que existem muitos atletas com potencial para se tornarem grandes valores a nível nacional, mas precisamos lapidá-los como se fossem diamantes. Devemos orientá-los tanto técnica como taticamente e na formação do caráter desses atletas. Para terminar, gostaria de lembrar da existência do GEB, Grupo de Estudos de Basquetebol, que foi criado para aprimorar o conhecimento técnico dos profissionais de Basquetebol. Seria importante que jovens treinadores participassem desse grupo de estudos, e mais importante ainda na formação de novos ATLETAS.
Mensagem aos Atletas: “Achar que já sabe tudo, é mentira, procure aprender sempre e muito mais, só assim você poderá se tornar um GRANDE ATLETA“.
Sugestões e críticas para o endereço coachdutra@municipalbasquete.com.br
A Voz da Experiência- 03

Pelo que fazemos em nossas vidas, conhecemos Vitórias, Empates e Derrotas. Quando viemos a este mundo nao escolhemos onde nascer, a nação e tampouco os pais, todavia, temos o livre arbítrio, tão logo tenhamos consciência de escolher nosso caminho de vida. Assim, se melhoramos somos vencedores, se estagnarmos, ficamos empatados e se pioramos, perdemos.
Sabemos que o destino não é inexorável, mas se nascemos em berço pobre de dinheiro, de saúde e de cultura, o caminho de nosso crescimento será mais difícil. Nasce-se em berço remediado em tudo, a tendência será de manter-se nela, precisando lutar para subir e se nascemos em berço rico, com saúde e com cultura, precisamos é saber se manter para não cair.
Dessa forma, nos vários segmentos da VIDA como: espiritual, familiar, social, financeira e nos ESPORTES, conquistamos vitórias, empates e derrotas.
No Basquetebol, a derrota vem quando se atua mal, sem concentração, sem garra, sem inteligência, sem vibração e sem coração, e a VITÓRIA é quando superamos nossos adversários com talento e qualidade ou conquistamos um título.
Na vida social, a derrota fica clara quando temos muitos desafetos e poucos amigos, o empate, quando temos poucos amigos sinceros e a vitória se mostra quando temos um amplo círculo de amizade e reconhecimento.
Sejamos VENCEDORES, sabemos que o trabalho em equipe, em grupo, sintonizado uns com os outros no Basquetebol é IMPORTANTÍSSIMO, sejamos Vencedores, nos aprimorando técnica e fisicamente, valorizando todos os profissionais que trabalham conosco, pois eles estão juntos proporcionando o que há de melhor para o engrandecimento de todos.
Os Campeonatos das categorias de base estão pra começar, então, valorizem-se dando o melhor de si em todos os momentos, assim, contando com a ajuda de todos, seremos VENCEDORES!!
MENSAGEM AOS ATLETAS: “Correr, muitos correm, jogar, alguns jogam, mais ser atleta eficiente, poucos são, SEJA UM DELES“!
Sugestões e críticas para o endereço coachdutra@municipalbasquete.com.br
A Voz da Experiência- 02

É com muita alegria e satisfação que inicio mais um ano no Basquetebol. Começo de ano cheio de surpresas e decepções (mentiras e falsidades), perdemos colegas de trabalho, perdemos atletas e amigos que considerávamos muito, pois a roda viva das mudanças no Basquete sempre existiu e vai continuar existindo.
As alegrias também são muitas, novas contratações, novas aspirações e novas conquistas (que serão muitas). Em Janeiro, conquistamos o “Festival de Verão de Mini Basquete”, começamos a montar as equipes Infantil, Infanto e Juvenil para 2006, graças ao excelente trabalho da nossa comissão técnica, conseguimos montar uma base para esse ano e a vinda de excelentes atletas, que nos procuraram pois acreditam na qualidade do nosso trabalho, vamos poder formar grandes equipes.
Estamos treinando na nossa quadra B, pois nosso ginásio principal está em reforma, acreditamos que na próxima semana já estaremos treinando na quadra nova.
Mensagem aos atletas: “Dediquem-se ao máximo aos treinamentos, pois nele você estará enfrentando todos os possíveis obstáculos de uma Partida”.
Prof. Aristônio Gonçalves Leite Junior.
Sugestões e críticas para o endereço coachdutra@municipalbasquete.com.br
Por Gabriel Dutra

O Talento e a experiência a serviço do Club Municipal, assim se resume a importância do Professor Aristonio para nosso basquetebol.
Mensalmente, essa coluna será escrita pelo nosso grande professor, com comentários sobre nosso basquetebol, assim como do Brasil e do Mundo. Assim será a nossa coluna “A Voz da Experiência”- por Prof. Aristônio Leite Junior.Agora é só aguardar a 1a coluna que ja está pra sair, confiram…







