Coach Call- Por Gabriel Dutra

fevereiro 22, 2006 by Gabriel Dutra · Leave a Comment
Filed under: Coach Call 



Vida de Treinador

O que falar de uma profissão de extrema importância no desenvolvimento de um trabalho (leia-se equipe)? É complicado sermos um pouquinho de psicólogo, treinador, técnico, maluco, racional, amigo, conselheiro, culpado, e porque não pai?

Atletas são eternos carentes em busca de felicidade, mais o que falar deles? MEU DEUS, que coisa complicada. Tem aqueles que precisam de um carinho, atenção, se calam e baixam a cabeça ao primeiro “esporro”, parecendo lhes causar algo muito próximo do desastre, do ostracismo, da morte. Tem aqueles que precisam do famoso “esporro” pois do contrário não rendem, e que se dermos carinho, atenção, se acham estrelinhas e querem ser os donos do mundo. Esses são os perfis de alguns de nossos “filhos”. Filhos esses que nos são dados, geralmente, por um período de um ano ou dois em que temos a responsabilidade de trabalhar as habilidades deles. Quantos julgadores existem para o nosso trabalho, pais (que coisa complicada também), amigos, colegas de clube de outras categorias e um universo muito pequeno e grande ao mesmo tempo, o Universo do basquetebol. Bom, num jogo que dura 40 minutos, somos julgados a cada segundo por pessoas que geralmente não acompanham o desenvolvimento de um trabalho, ou que simplesmente não entendem a causa ou julgam apenas com a emoção de seus interesses, mais isso, infelizmente, ou até mesmo felizmente, nunca vai acabar, quem sabe aí esteja a graça dessa profissão, que num momento de sucesso, olhar pra essas mesmas pessoas que aparecem com falsos sorrisos para nos parabenizar, mas que vemos claramente, no fundo dos olhos, que o desejo deles seria outro, aquele que nós esperamos sempre passar longe, o tal do “fracasso”.

Bom, voltando aos nossos “filhos”, é um caso complicado, pois a cada ano, temos aproximadamente 20 com contrato de um ano que chamamos de atletas. E nosso dilema, como manter 20 pessoas num grupo em que jogam apenas 12, e das 12 só jogam 5 de cada vez, motivados durante um período de um ano, esse talvez seja um outro dos grandes mistérios que povoam nossa profissão. Como lidar com filhos que ao final do ano mudam de clube e nós às vezes julgamos que fomos traídos, vezes essas que realmente somos por pessoas que não sabem reconhecer com gratidão todo o investimento (às vezes emocional e até mesmo financeiro) que direcionamos a eles. Temos que saber manter nossa cabeça no lugar pra podermos fazer uma auto-análise de nosso trabalho e saber se realmente eles nos “abandonam” por pura e simples traição ou apenas buscando um trabalho de maior e melhor qualidade ou algo que lhe seja mais vantajoso. Porém, existem atletas que são facilmente manipulados por pessoas de má índole, que oferecem mundos e fundos afim de apenas tirar uma criança de um clube para reforçar seu time ou apenas para enfraquecer outro, usando esses meios para que sua equipe apenas tenha mais chances de ganhar o tal “campeonato”. Agora, acredito muito no erro, porém acredito mais ainda no acerto, no perdão e principalmente no aprendizado causado pelo erro. Só que o erro, quando repetido, ele se transforma numa burrice e certas vezes, beira a “estupidez”. Nós treinadores, precisamos parar com esses estigmas de super-heróis, de nos acharmos acima do bem e do mal e assumirmos uma postura mas educadora. Pessoas no dia a dia erram, então porque atletas que são ainda crianças não poderiam errar? Cabe a nós como educadores por ofício que somos (ou deveríamos ser), chegar, mostrar o erro cometido e ensinar o caminho certo. Muitas vezes nos machucamos seriamente com isso, mais temos que levantar, respirar e nos preparar, porque não será nem a primeira nem a última vez que isso acontecerá. Aprendendo a conviver com isso, pode nos levar, como eu já disse, a uma análise de seu trabalho, onde quem sabe achemos erros em que possam ser corrigidos para que isso não se repita.
Quantos de nós treinadores já não fomos ou seremos ainda crucificados por determinadas derrotas, daquelas decididas no último segundo, quando designamos um determinado atleta para executar um arremesso que ele treina todo dia e não erra e na hora “H” ele falha e somos culpados, ou quando nós pedimos tempo, mostramos a jogada perfeita em nossa prancheta e o atleta simplesmente não a executa, faz como ele deseja, causando nossa derrota e consequentemente, nossa culpa. É complicado, pois temos o poder de decidir, mais não o poder de decisão, pois lá dentro da quadra, quem decide são eles, os atletas, nossos “filhos”. Com isso nós devemos (devemos?) ser culpados, pois somos os responsáveis pelo trabalho como um todo e devemos sim estar preparados para absorvermos as críticas, pois cultura prega que a culpa seja sempre do treinador, isso jamais mudará, então devemos sempre estar preparados pra isso, é nosso trabalho, nosso ofício.

Bom, gostaria de citar também essas mulheres maravilhosas que nos “aturam” entendem e acabam também gostando da coisa (realmente o Basquetebol é um esporte maravilhoso e apaixona mesmo) e acabam primeiramente por amor a nós e segundamente, pois, apesar se elas nunca reconhecerem, elas passam a gostar do Basquetebol. Obrigado não só à minha, mas parabéns a todas vocês por nos entender.
Paro, penso e vejo que sou um cara completamente apaixonado pelo que faço e me sinto cada vez mais encantado para continuar nesse trabalho, continuar ensinando, educando e principalmente, aprendendo, coisas que devemos fazer sempre, dia após dia, com isso, EU AMO ESSE JOGO!

Gabriel Cavaliere DutraTécnico da Categoria Infantil do Club Municipal – RJ.

Sugestões e críticas para essa coluna em: coachdutra@municipalbasquete.com.br

A Voz da Experiência- 02

fevereiro 21, 2006 by Aristonio Leite · Leave a Comment
Filed under: A Voz da Experiência 


É com muita alegria e satisfação que inicio mais um ano no Basquetebol. Começo de ano cheio de surpresas e decepções (mentiras e falsidades), perdemos colegas de trabalho, perdemos atletas e amigos que considerávamos muito, pois a roda viva das mudanças no Basquete sempre existiu e vai continuar existindo.

As alegrias também são muitas, novas contratações, novas aspirações e novas conquistas (que serão muitas). Em Janeiro, conquistamos o “Festival de Verão de Mini Basquete”, começamos a montar as equipes Infantil, Infanto e Juvenil para 2006, graças ao excelente trabalho da nossa comissão técnica, conseguimos montar uma base para esse ano e a vinda de excelentes atletas, que nos procuraram pois acreditam na qualidade do nosso trabalho, vamos poder formar grandes equipes.

Estamos treinando na nossa quadra B, pois nosso ginásio principal está em reforma, acreditamos que na próxima semana já estaremos treinando na quadra nova.

Mensagem aos atletas: “Dediquem-se ao máximo aos treinamentos, pois nele você estará enfrentando todos os possíveis obstáculos de uma Partida”.

Prof. Aristônio Gonçalves Leite Junior.

Sugestões e críticas para o endereço coachdutra@municipalbasquete.com.br

Treinamentos no Período de Carnaval!

fevereiro 21, 2006 by Gabriel Dutra · Leave a Comment
Filed under: Novidades 

Com os festejos de carnaval, os treinamentos param na 4a Feira dia 22/02 e voltam normalmente no dia 02/03, 5a Feira. Lembrando que as Categorias Mirim, Infanto-Juvenil e Juvenil retornam na 5a Feira e a Categoria Infantil, retorna apenas na 6a Feira dia 03/03.Aproveitamos pra desejar um ótimo carnaval a todos!

coachdutra@municipalbasquete.com.br

Entrevistas – Por Renato Vianna 04

fevereiro 20, 2006 by Renato Vianna · Leave a Comment
Filed under: Entrevistas 

Fabiano Juvêncio
Fabiano e D. Edna, Sua Mãe!

Atleta do Club Municipal desde os 9 anos de idade, Fabiano Juvêncio Arruda Caetano da Silva é uma das grandes esperanças do Técnico Bruno “Peri” Gomes para repetir a grande campanha do Pré Mirim e do Mirim em 2005. Ele fala um pouco de sua grande amizade com o técnico e diz se sentir em casa no clube em que joga há tanto tempo.

Renato Vianna: Como começou a jogar basquetebol?

Fabiano Juvêncio: O meu irmão jogava basquete e eu costumava ir aos jogos dele. Fiquei maravilhado com o esporte!!! Comecei a jogar através de uma vizinha minha que me orientou a procurar a escolinha do Club Municipal porque ela praticava basquetebol no mesmo clube;

Renato Vianna: Como se sente jogando no Club Municipal?

Fabiano Juvêncio: Me sinto muito bem. Jogo aqui desde o início e tenho muitos amigos no clube;

Renato Vianna: Quais são suas influências no esporte?

Fabiano Juvêncio: Minha família, principalmente meu irmão mais velho que me dá várias orientações. Além de ter sido por causa dele que eu comecei a jogar. Um jogador que me influencia bastante é o Iverson porque ele é baixo, muito ágil e habilidoso. O técnico Peri também é um grande incentivador da minha carreira no esporte;

Renato Vianna: Falando no técnico Peri, como é o seu relacionamento com ele?

Fabiano Juvêncio: Muito bom. O Peri além de ser meu técnico, é um amigo. Tenho uma amizade enorme por ele!!! Me liga sempre, conhece toda a minha família, vai as festas na minha casa… Enfim, um grande amigo;

Renato Vianna: Quais são sua expectativas para esse ano?

Fabiano Juvêncio: Muito boas. Temos excelentes jogadores. Creio que podemos ser campeões esse ano.

Mais sugestões de perguntas para o endereço coachdutra@municipalbasquete.com.br

Equipe Infantil Começa 2006 com Vitória em Amistoso!

fevereiro 18, 2006 by Gabriel Dutra · Leave a Comment
Filed under: Resultados 

Glauco Almeida
Atleta Glauco Almeida batendo lance livre!


Em jogo treino realizado neste sabado , a equipe Infantil do Municipal , formada basicamenet por jogadores 1o ano , venceu o infantil da mangueira por 87 x 34 , destaques Bruno Restum e Carlos Eduardo Jaccoud. Quem estreiou com a camisa do Club Municipal foi o já anunciaco Róbson Medeiros, que foi autor de 14 pontos na partida.

Jogaram e Pontuaram:

Club Municipal: Bruno Restum(14), Rodrigo “Goiania”(12), Glauco Almeida(3), Cássio Guarany(6), Róbson Medeiros(14), Carlos Jaccoud(16), João Guilherme(16), Thiago, André Reis(4), “Duda” Mendes(2).

Coluna do Peri- 07

fevereiro 17, 2006 by Peri · Leave a Comment
Filed under: Coluna do Peri 

Bruno Peri

Chegamos ao fim de mais uma semana de treinamentos e ainda não foi reinaugurado o nosso ginásio. Muitas caras novas continuam surgindo em todas as categorias e estamos em um momento decisivo para definir os elencos para a temporada 2006. Gostaria de destacar essa semana a chegada do jogador Róbson Medeiros que foi observado por mim durante os Jogos das Escolas Publicas (JEEP) , onde o jogador foi um dos destaques da competição atuando pelo CAP UERJ, na categoria até 14 anos , principal adversário do CPII na competição , e também do jogador Lucas Christ, irmão de Pedro Christ que depois de uma brilhante temporada pelo Municipal no ano passado, surpreendentemente preferiu sair do Clube.

Gostaria de parabenizar o atleta do Club Municipal Eduardo Max (“Dudu“) por ser junto com Thiago do CR Flamengo o principal cestinha de três pontos da 1a divisão (A-1) , com um pouco mais de dedicação e menos preguiça , ele pode vir a ser um bom jogador no futuro.

Semana que vem não estarei postando devido aos festejos de carnaval , a coluna volta na primeira semana de março , um abraço e bom carnaval a todos .

peri@municipalbasquete.com.br

Eduardo Max de Castro e Thiago Alves da Cunha, foram os dois grandes cestinhas de três pontos do Campeonato Estadual Mirim Masculino 2005

fevereiro 17, 2006 by Gabriel Dutra · Leave a Comment
Filed under: Novidades 

Cestinhas de 3 pontos
Dudu a Direita!


Empatados com 17 cestas de três pontos, conquistadas durante o Campeonato Estadual Mirim Masculino 2005, o atleta do Club Municipal, Eduardo Max de Castro e o rubro-negro Thiago Alves da Cunha, se destacaram devido ao bom desempenho demonstrado durante a competição. Em 14 jogos, o jovem rubro negro conquistou uma média de 1,21 cestas de três pontos por partida e também participou da campanha vencedora do Club Municipal no I Festival de Mini/Mirim; já o ala Eduardo Max de Castro, o Dudu, do Club Municipal, que em 18 jogos manteve uma média de 0,94 pontos, é a grande promessa do técnico Bruno Peri, do Club Municipal para a próxima temporada.

“O Dudu, começou a treinar comigo em 2003, quando atuava pelo Colégio Pedro II, os seus bons arremessos de três pontos, fizeram com que eu o trouxesse para treinar comigo no Municipal. Ele vem demonstrando ser uma boa promessa para o futuro”. falou o treinador do Club Municipal.

Fonte: FBERJ

Novos Reforços da Equipe Infantil!

fevereiro 16, 2006 by Gabriel Dutra · Leave a Comment
Filed under: Novidades 

Vicentinho e Róbson
Vicentinho e Róbson!


Com a chegada dos atletas Róbson Oliveira de Medeiros e Vicente Carvalho Azevedo da Silveira, o “Vicentinho“, o time ganha mas força para a disputa do Campeonato Estadual. Róbson vem do Grajaú CC e o Vicente vem do Botafogo, ambos com o intuito de brigar pela vaga de titular como descreve abaixo o técnico Gabriel Dutra:

- “Gostei muito da chegada dos dois. Eles têm se empenhado muito nos treinamentos, mostrando que vão travar uma briga muito saudável pela armação principal da equipe, já que os dois possuem potencial pra serem o titular da posição. O Róbson, por ser um jogador mais alto, pode jogar tanto de lateral como de armador, sendo um jogador bastante versátil e o Vicentinho é um armador clássico que arma o jogo e marca muito bem“.

Entrevistas – Por Renato Vianna 03

fevereiro 13, 2006 by Renato Vianna · Leave a Comment
Filed under: Entrevistas 

Igor Frias
Igor “Mamute Jr” Frias!

Ele foi um dos destaques jogando pelo Club Municipal no I Festival de Verão. Campeão na categoria Mini, Igor Frias, o “Mamute Jr”, fala um pouco do campeonato, de sua ainda curta história no basquete e do ano de 2006.


Renato Vianna: Como começou a jogar Basquetebol?

Igor Frias: Comecei a jogar basquetebol na escolinha do Flamengo, mas sai porque era muito longe. Depois fui para o Municipal através do Mamute. Jogávamos basquetebol no colégio, então ele me chamou para o Municipal. Topei na hora;

Renato Vianna: Quais são suas influências no esporte?

Igor Frias: Eu gosto do Kevin Garnett e do Tim Duncan pelo jeito que eles jogam dentro e fora do garrafão. Devo citar também o Mamute que me incentivou a jogar basquetebol. E ao meu técnico Bruno “Peri” que confia muito em mim;

Renato Vianna: Como se sente jogando no Club Municipal?

Igor Frias: Me sinto muito bem. Lá no clube todo mundo me recebeu muito bem. Eu me sinto em casa;

Renato Vianna: Qual é a sua expectativa para este ano?

Igor Frias: A minha expectativa e que esse ano o mirim, infantil e infanto do municipal possam ganhar o campeonato ou pelo menos chegar aos playoffs. O mirim do municipal está com a base que ganhou o Torneio de Verão, então acredito que iremos fazer um belo campeonato;

Renato Vianna: Falando em Torneio de Verão, comente como foi ter sido campeão, um dos destaques da equipe e conseqüente um dos destaques do torneio?

Igor Frias: Foi muito legal ter conquistado esse campeonato e ter sido um dos destaques da equipe E isso se deve ao excelente trabalho do nosso técnico Peri;

Mais sugestões de perguntas para o endereço coachdutra@municipalbasquete.com.br

Coluna do Peri- 06

fevereiro 8, 2006 by Peri · Leave a Comment
Filed under: Coluna do Peri 

Bruno Peri
Mais uma semana se passou e as obras em nosso ginásio já estão em fase final, acredito que na próxima semana a quadra já possa ser usada para os treinamentos das equipes .

Em assembléia realizada nesta 3a Feira (07/02), os clubes filiados a FBERJ decidiram o regulamento e a forma de disputa dos campeonatos de base para 2006. A grande novidade é que os playoffs serão disputados entre os oito melhores classificados tanto na A1 quanto na A2 , proposta essa que foi elaborada pelo Club Municipal. A bola sobe em março, com a realização dos torneios início e a partir da 1a semana de abril começa o campeonato, segundo o calendário divulgado ontem pela FBERJ.

peri@municipalbasquete.com.br

Próxima Página »